Desistir dos estudos para concurso pode ser um erro fatal; saiba mais

04/10/2018 16:54 - Atualizado em 05/10/2018 17:55

Ter uma boa preparação faz toda a diferença na hora da prova do concurso. (Foto: Reprodução)

Você sabia que o principal motivo pelo qual as pessoas fracassam em qualquer empreitada e, em particular, na preparação para concursos públicos é porque param! Elas fracassam não por serem incapazes ou menos inteligentes; fracassam não por que não há oportunidades para elas, mas porque, em algum momento, param. Abra qualquer livro de história e você verá que o mundo pertence aos imparáveis.

Faça uma reflexão sobre o que teria acontecido se Thomas Edison tivesse parado após fracassar na primeira tentativa de inventar a lâmpada elétrica? Pergunto ainda: como seria o mundo de hoje se ele houvesse desistido após 999 tentativas sem êxito? Estima-se que Edison tentou milhares de vezes antes de ser bem-sucedido e mudar por completo o rumo da história. Atribui-se a ele a frase: “Eu não falhei. Apenas descobri 10 mil maneiras que não funcionam”. E como seria o mundo da tecnologia deste início de século se Steve Jobs tivesse parado de empreender após ter sido expulso de maneira vexatória da Apple, empresa que ele mesmo fundou e atualmente a organização mais valiosa do mundo? Certamente não existiriam nem iPhones, nem iPads, nem iPods, entre tantos outros produtos que revolucionaram a forma como nos comunicamos e interagimos uns com os outros.

O que teria sido da África do Sul e de Nelson Mandela se este tivesse desistido depois de condenado à prisão perpétua? Com certeza, ele não teria se tornado presidente do seu país, nem ganhado o prêmio Nobel da Paz, nem contribuído para a promoção da igualdade racial na África. Enfim, esse que se tornou um dos maiores líderes do mundo não teria inspirado milhões de pessoas mundo afora. Como estaria Giselle Bündchen se tivesse parado de tentar se tornar modelo após ter sido rejeitada 42 vezes no início da carreira, ouvindo absurdos como que o seu nariz era “grande” e os seus olhos “pequenos”? De certo, ela não seria a celebridade mundial que conhecemos nem a mais bem-paga modelo da história, sem falar a ativista que atua em causas nobres, especialmente de cunho ambiental.

Será que a autora J.K. Rowling teria conseguido reunir sua fortuna de mais de um bilhão de dólares se tivesse parado de insistir na história de Harry Potter depois de ter a ideia rejeitada doze vezes por diferentes editoras? Quão próxima de desistir de tudo que conquistou ela esteve? Bastava ela ter parado, e nunca teríamos ouvido falar no bruxinho ou em “trouxas”. Já pensou?

Agora, focando em concursos, como seria a vida daquele conhecido seu que passou em um dos concursos mais concorridos para juíz em todo o país? 

Em absolutamente todas essas histórias, nenhum dos protagonistas se arrependeu de não ter parado. Ser imparável faz parte do DNA de cada um desses personagens, mas queremos aqui ressaltar: também faz parte do sangue de você que nos lê. É próprio do ser humano ser imparável, mas, às vezes, por imposição de crenças alheias ou em decorrência de pensamentos equivocados que desenvolvemos a respeito de nós mesmos, começamos a duvidar da nossa capacidade e a nos culpar por falhas do passado.

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Um dos maiores erros que uma pessoa comete é ficar remoendo o que já aconteceu e não pode mais ser alterado. Se já é bastante nocivo permanecer se culpando indefinidamente pelo que não deu certo lá atrás, é igualmente ruim atribuir a culpa a terceiros e se conformar com o pensamento de que a vida é assim mesmo e de que é essa a vontade de Deus. A maioria das pessoas não consegue perseverar porque foca no erro e não na possibilidade futura de acertar – possibilidadeque, aliás, é concreta e só depende de tempo para acontecer, a não ser que a pessoa desista e, simplesmente, pare.

A verdade é que todos nós somos imperfeitos, e é justamente em nossas fragilidades – após o cometimento de cada um dos nossos erros – que encontramos as armas para alcançarmos o nosso destino. É precisamente nos momentos de falha que plantamos as melhores sementes. E é especificamente a colheita posterior aosperíodos de dificuldade que costuma ser a mais farta. Às vezes, precisamos estar com as mãos vazias para segurar algo novo.

Sem sombra de dúvida, é preferível errar a vida inteira, mas não parar nunca. Inevitavelmente acerta-se no fim, desde que nunca se deixe de tentar fazer algo significativo e de perseguir o sucesso por toda a existência aqui, na terra. Quem age diferente disso, para de viver, mesmo que esteja respirando. Passa a simplesmente existir. Portanto, amigo leitor, anote a palavra “imparável” em seu caderno, em seu mural dos sonhos ou em sua mente. E lembre-se sempre:enquanto houver vida, há possibilidade de continuar e de evoluir. 

Quando surgir um obstáculo muito difícil à frente, repita para si mesmo: “Eu sou imparável!”. Quando você cair, mesmo que ainda esteja em meio a fortes dores, levante-se e grite: “Eu sou imparável!”. Quando experimentar uma grande decepção, conforte-se: “Eu sou imparável!”. Quando sofrer uma traição, pense, convicto: “Eu sou imparável!”. Sua obstinação em nunca parar o levará a superar tudo que vier pela frente. Muros serão derrubados; barreiras, quebradas; inimigos, derrotados; mares, abertos. O que hoje parece impossível de resolver, de alguma forma será solucionado, desde que você carregue consigo o mantra de que é imparável.

Vamos juntos, imparáveis, porque nada é capaz de nos impedir de seguir em frente. NADA!

(DOL)

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