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23/03/2019 09:59 - Atualizado em 24/03/2019 08:07

(Foto: Nailana Thiely/ ASCOM UEPA)

Benefícios para o corpo e mente, prática de exercícios moderados e a oportunidade de contato direto com a cultura oriental. Esta é a proposta das aulas de Tai Chi Chuan, ofertadas como atividade complementar do Instituto Confúcio, instituição ligada à Universidade do Estado do Pará (Uepa) em parceria com a Universidade Normal de Shandong, na China. As aulas são gratuitas, abertas ao público de qualquer idade e ocorrem todas as sextas-feiras, de 9h às 12h, na sede do Instituto, localizado no bairro do Umarizal, em Belém. 

As aulas são ministradas pela professora chinesa voluntária, Yang Xiaolei, graduada no curso de esportes tradicionais chineses da Shandong Normal University e praticante da arte marcial há 19 anos. Os interessados não precisam necessariamente estar matriculados nas aulas de mandarim, já que a atividade é aberta a qualquer pessoa, bastando apenas comparecer à sede do Instituto no dia e horário da aula. 

Para quem também deseja estudar mandarim, o diretor brasileiro do Instituto, Antônio Silva, acrescenta que o domínio da língua e o conhecimento desta arte marcial podem ser diferenciais na solicitação de bolsas de estudo na China. “As pessoas que gostam de artes marciais e estudam no Instituto Confúcio podem fazer a prova de proficiência em mandarim, o HSK, e, conforme a pontuação, podem solicitar uma bolsa para estudar um semestre de artes marciais na China, com hospedagem e aulas pagas pelo governo chinês”, enfatizou.

A supervisora autônoma de vendas, Maria Eunice Serra, de 63 anos, pratica a atividade há um mês e já sente as melhorias proporcionadas pelos movimentos. “Tentei praticar judô ou karatê, mas pensei em minhas limitações, até que conheci o Tai Chi Chuan e estou me sentindo muito bem. A primeira diferença é a disposição que eu sinto, melhorou muito”, afirma.

Para o diretor Chinês do Instituto Confúcio, Pang Hui, adepto da prática há 30 anos, os exercícios atuam como uma meditação em movimento. Ele também oferece aulas gratuitas diariamente na Praça Brasil, a partir das 19h. "Comecei a praticar e as pessoas se interessaram, foram formando grupos. Já conheciam um pouco o Kung Fu através dos filmes e demonstraram interesse também em aprender Tai Chi Chuan", concluiu.

Na atualidade, a arte marcial já faz parte da rotina da Atenção Básica do SUS para diferentes tratamentos e é oficialmente classificada como Prática Integrativa Complementar. A procura por esse tipo de serviço passou de 216 mil para 315 mil, entre 2017 e 2018, de acordo com o último levantamento de serviços do Sistema Único de Saúde. 

Entre os principais benefícios da prática, destacam-se a diminuição de problemas articulares; a regulação das funções cardiovascular, respiratória, digestiva e hormonal; o aumento da flexibilidade e da força muscular; o desenvolvimento da coordenação motora, atenção e concentração; o aperfeiçoamento do equilíbrio; o alívio do estresse; a diminuição da ansiedade; a estimulação da circulação sanguínea; a colaboração no tratamento da osteoporose; o auxílio no tratamento da depressão; o alívio de enxaquecas, dores musculares e insônia; as melhorias de articulações, com prevenção de doenças e quedas; e o fortalecimento da memória, já que os exercícios melhoram a oxigenação do cérebro.

As aulas acontecem todas as sextas-feiras, nos horários das 9h às 12h no Instituto Confúcio, que fica no endereço: Travessa Dom Pedro I, 519 (Entre avenida Senador Lemos e rua Municipalidade, Bairro Umarizal, Belém/PA). Mais informações podem ser obtidas no site do Instituto Confúcio ou pelo Contatos: 98831-3709 (Antônio) / 98136-9358 (Giselle).

(Agência Pará)

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