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Busca de 134 mil paraenses por emprego já dura mais de um ano

17/05/2019 07:19 - Atualizado em 17/05/2019 07:19

(Foto: Rafael Neddermeyer/Fot Públicas)

Entre as pessoas atualmente fora do mercado de trabalho, estão os desalentados, que são os que gostariam de trabalhar mas desistiram de procurar por uma vaga por alguns dos seguintes motivos: não havia trabalho na localidade; não conseguiam trabalho adequado; não tinham experiência profissional ou qualificação; por considerarem que os empregadores não as contratariam por achá-las muito jovens ou idosas para trabalhar. A Pesquisa por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada ontem, mostrou um aumento expressivo de pessoas desalentadas no Pará, pois enquanto no primeiro trimestre de 2014 haviam 64 mil nessa condição, esse total subiu para 303 mil no mesmo período em
2019, um aumento de 473%. O número de pessoas que estavam em busca de algum trabalho há mais de um ano e não haviam conseguido a almejada vaga subiu de 97 mil pessoas, no primeiro trimestre de 2014, para 134 mil, nos três primeiros meses de 2019.

om relação à subutilização no mercado de trabalho nacional, o que chama atenção do coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, é o perfil de dispersão generalizada da subutilização. “Além da taxa, é preciso observar a população subutilizada, que é recorde em 15 unidades da federação, cobrindo metade das regiões Norte e Nordeste e quase todo o Sudeste, Sul e Centro-Oeste”, afirmou.

De acordo com o gerente da pesquisa, Cimar Azeredo, os dados mostram que a crise no mercado de trabalho está espalhada por todo o país e não dá sinais de recuperação. “É uma crise generalizada”, afirmou.


(Diário do Pará)

 

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